O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, disse que o Bitcoin (BTC) poderia chegar a US$ 1 milhão por token até o fim da década, juntando-se a um coro cada vez maior de defensores proeminentes de criptomoedas que clamam por um crescimento explosivo.
“Acredito que veremos US$ 1 milhão por bitcoin até 2030”, disse Armstrong, em uma postagem no X nesta semana, durante a divulgação de sua participação no podcast Cheeky Pint. A previsão é notável porque Armstrong raramente oferece alvos de preço públicos.
Ele não está sozinho em esperar esse aumento. Jack Dorsey, que comandou o X (antigo Twitter) até 2021 e cofundou a Block (antiga Square), também disse que o bitcoin poderia alcançar US$ 1 milhão até 2030 e provavelmente avançar ainda mais além desse marco.
Enquanto isso, a Ark Invest de Cathie Wood revisou sua perspectiva de longo prazo no mês passado, elevando sua projeção para o fim da década para até US$ 3,8 milhões, citando o aumento da adoção institucional como o principal motor.
O otimismo ocorre em um momento em que o bitcoin tem feito recordes. O token está sendo negociado a US$ 114.383, subindo 22% neste ano, após atingir uma nova máxima histórica acima de US$ 124.000 na semana passada. A valorização reforçou os argumentos de que o bitcoin está se consolidando como hedge contra a inflação e uma alternativa aos ativos tradicionais de refúgio seguro, como o ouro.
Alguns investidores veem grandes movimentos acontecendo mais cedo. Anthony Scaramucci, fundador da SkyBridge Capital, disse, em uma entrevista à CNBC em 19 de agosto, que o bitcoin poderia subir para entre US$ 180.000 e US$ 200.000 nos próximos cinco meses, acrescentando que mesmo essa perspectiva pode se mostrar conservadora.