O Japão está prestes a lançar seu primeiro stablecoin lastreado em iene, marcando uma mudança de postura regulatória para participação ativa no ecossistema financeiro digital.
Stablecoins estão rapidamente se tornando um caso de uso dominante para cripto, e bancos e instituições financeiras tradicionais estão começando a prestar atenção. Dados recentes da CryptoQuant mostram que o valor total de stablecoin holdings em exchanges atingiu US$ 68 bilhões em
Análise sobre o crescimento das stablecoins e o possível salto de US$ 282 bilhões para US$ 500 bilhões até 2026, com impactos regulatórios e de mercado nos EUA e na UE.
Resumo: O secretário do Tesouro, Scott Bessent, defende stablecoins lastreadas em dólar como meio de canalizar até US$ 34 trilhões para protocolos DeFi como Ethena, Etherfi e Hyperliquid, ampliando a adoção de stablecoins e a participação de plataformas de dívida pública.
Resumo: A startup de stablecoins Mo levantou US$40 milhões em Série B, com participação de Polychain, Ribbit Capital e outros investidores, fortalecendo a visão de criar a camada zero do dinheiro, em meio a avanços regulatórios nos EUA com a GENIUS Act.
Resumo: China foca em stablecoins para uso internacional do yuan, enquanto o e-CNY enfrenta limitações de interoperabilidade; o mercado observa o impacto potencial em transações transfronteiriças e no comércio global.
A Circle amplia o uso do USDC ao incorporar a stablecoin em redes de pagamento globais, com acordos com Mastercard e Finastra, expandindo para África, Ásia, Europa e Oriente Médio.
Ex-Governador do PBoC alerta para crise de stablecoins e o risco de run, citando o TerraUSD de 2022; o artigo discute regulamentação e possíveis impactos no ecossistema cripto.
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